Resumo da Ópera #58 – Forest Gump

“Run, Forest, run!”. O clássico da edição 58 do Resumo da Ópera foi o premiadíssimo Forest Gump, de Robert Zemeckis com Tom Hanks no papel principal.

Quem também passou por essa edição do programa foi a atriz brasileira Alice Braga, nome de sucesso também em produções internacionais.

No “Falando Grego” explicamos o que foram os penny dreadfuls, sucessos no século 19 na Inglaterra.

E a curiosidade dessa edição foi sobre o homem que deu vida à Forest Gump: Tom Hanks. Na verdade, sobre seu irmão, Tim, que, por se parecer muito com o irmão mais famoso, o substituiu em várias cenas do filme.

 Não esqueça, o Resumo da Ópera acontece toda sexta-feira, ao vivo, às 15 horas.

Confira aqui descrição completa do episódio

 

Alô fã de filmes, séries e livros. Começa agora o Resumo da Ópera, edição 58.

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A gente começa com clássico:

CLÁSSICO É CLÁSSICO:

Forest Gump – Robert Zemeckis (1994)

O clássico de hoje foi lançado em 1994, teve direção de Robert Zemeckis e, no papel principal, Tom Hanks. Estamos falando de “Forest Gump: o contador de histórias”.

O filme acompanha vários anos da vida de Forest, um homem com QI abaixo da média mas que vive uma vida cheia de aventuras, se envolvendo nos momentos mais importantes da história dos Estados Unidos no século 20.

Apesar de sua fama, Forest não se deslumbra e apenas continua pensando no seu amor de infância, Jenny. O filme foi um sucesso de crítica, levando para casa 2 Globos de Ouro, um Bafta e 5 prêmios do Oscar (entre eles o de Melhor Filme).

Em uma lista feita mais de 10 anos depois de seu lançamento, a American Film Institute escolheu Forest Gump como o septuagésimo sexto melhor filme de todos os tempos.

Apesar de todos os prêmios, a obra é daquelas que foi adaptada de um livro cujo autor não gostou muito do resultado. No livro que dá sequência à história de Forest Gump, o escritor Winston Groom chegou a escrever “nunca deixe que ninguém faça um filme sobre sua vida”. Reza a lenda que o escritor teve problemas com a equipe do filme por conta de pagamentos.

MARQUE NA AGENDA:

Entre os filmes recém-disponibilizados no catálogo dos serviços de streaming estão o longa de guerra “Dunkirk”, de Christopher Nolan, e o drama histórico “Os 7 de Chicago” que conta a história de uma manifestação contra a Guerra do Vietnã que interrompeu um congresso do Partido Democrata nos Estados Unidos nos anos 1960.

Tem também opção de terror: “Evil Eye“, sobre uma mãe que começa a se preocupar com o novo relacionamento de sua filha, e “Nocturne“, sobre a estranha relação de duas irmãs gêmeas.

Entre as séries, os destaques são a estreia da espanhola “Alguém tem que morrer” e a terceira temporada de Star Trek: Discovery.

Na literatura, o destaque é a coletânea “Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis”. Na obra, Jarid Arraes, em forma de cordel, conta a história de mulheres como Carolina Maria de Jesus, Dandara e Eva Maria do Bonsucesso, resgatando a memória destas personalidades.

CALÇADA DA FAMA:

ALICE BRAGA

Quem passa pela calçada da fama hoje é a atriz brasileira Alice Braga.

Filha da atriz Ana Braga e sobrinha da também atriz Sônia Braga, logo Alice começou a atuar. Participando primeiro de alguns comerciais, seu primeiro papel de destaque foi em “Cidade de Deus”, em 2002. Alguns anos depois teve ótima atuação no filme “Cidade Baixa”. Daí pra frente dividiu sua produção entre obras brasileiras e internacionais.

O primeiro filme em que atuou nos Estados Unidos foi “12 horas até o amanhecer”, de 2006. Também teve participação de destaque em “Eu sou a lenda”, “Repo man”, “O ritual” e “Elysium”.

Mais recentemente ela passou a interpretar a protagonista da série “A rainha do Sul”, vivendo uma mulher que luta para se transformar na rainha de um cartel de drogas. Entre os prêmios que recebeu estão o Grande Prêmio de Cinema Brasileiro, por Cidade de Deus e Cidade Baixa, e o troféu IPCA também por Cidade Baixa.

SESSÃO TRILHA SONORA:

Utopia – Gillian Flynn (2020-)

Remake da série britânica de mesmo nome, “Utopia”, adaptada por Gillian Flynn, acompanha um grupo de jovens que, reunidos pela história de um quadrinho underground, se envolve em uma teoria da conspiração, sendo perseguidos por uma sociedade secreta. Assim, os jovens se juntam com a missão de salvar o mundo.

O elenco conta com nomes como os de Rainn Wilson (o Dwight de The Office) e John Cusack.

Na trilha sonora, nomes recentes do rock alternativo como Fontaines D.C., Black Midi e Daughters, mas também com a presença do R.E.M com “It’s the end of the world as we know it“, que a gente ouve agora.

(R.E.M. – It’s the end of the world as we know it)

CURIOSIDADES:

A gente começou essa edição do Resumo falando sobre Forest Gump. Quem viu o filme sabe que uma das marcas registradas do personagem é sua corrida desajeitada (acompanhada da famosa frase “Run, Forest, run”).

O que você pode não saber é que, em muitas dessas cenas, não era Tom Hanks quem estava correndo, mas sim seu irmão Tim.

Também ator, Tim vira e mexe substituía Tom em cenas menores do filme, quando a agenda do irmão famoso estava muito cheia. E foi ele quem gravou a maior parte das cenas de corrida em “Forest Gump”.

Além de “Forest Gump”, Tim também substituiu Tom em algumas das gravações do Xerife Woody de Toy Story.

Se você está curioso, aí vai a resposta: não, a carreira de Tim Hanks não se resume a substituir seu irmão. O ator participa de uma série de outras produções, atuando, produzindo ou mesmo dirigindo.

NOTÍCIAS:

Na semana passada, a Academia Sueca anunciou os vencedores dos Prêmios Nobel.

Em relação ao Nobel de Literatura, a laureada do ano foi a poetisa norte-americana Louise Glück.

A autora foi premiada por “sua inconfundível voz poética que com austera beleza torna universal a existência individual”. Nascida em 1943, a poetisa ainda não tem livros publicados no Brasil.

E ainda falando de premiação, mas agora do cinema, “Bacurau” foi o maior premiado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Em cerimônia online, a décima nona edição do Prêmio escolheu o longa de Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles como o melhor em seis categorias:

  • Melhor Longa-Metragem Ficção
  • Melhor Direção (Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles)
  • Melhor Ator (Silvero Pereira)
  • Melhor Roteiro Original (Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles)
  • Melhor Efeito Visual (Mikaël Tanguy e Thierry Delobel)
  • Melhor Montagem Ficção (Eduardo Serrano)

Outro filme bastante premiado foi “A vida invisível”, de Karim Aïnouz, que levou 5 prêmios.

FALANDO GREGO:

Penny Dreadful

Hoje nós vamos falar sobre o que foram os Penny Dreadfuls. Esse foi o nome dado a publicações bastante populares na Inglaterra no século 19, mais especificamente na década de 1830.

Com a tecnologia de impressão mais desenvolvida, aconteceu um boom na publicação de livros de ficção baratos, voltados sobretudo à classe trabalhadora que vinha se alfabetizando em maior número.

Contando histórias de aventuras, crimes e terror, as publicações eram curtinhas e vendidas em episódios, geralmente semanais, com histórias sendo publicadas ao longo dos anos. O nome vem da junção de “penny”, o centavo da libra na época, e “dreadful”, algo como “terrível” ou “nojento”.

INDICA AÍ:

As indicações da semana foram as seguintes:

Equipe da Rádio Bradesco Seguros:

  • David Jill: Filme – O Homem e a Máquina
  • Magno Nunes: Filme – Ícarus
  • Rayan: Filme –  O Halloween do Hubie
  • Eduardo: Série –Prision Break
  • Marco: Série –Vikinks
  • Felipe: Série –The Boys
  • Kaique: Filme-Elona Holme
  • Livia: Série –Verônica
  • Bruno: Série –Hunters

A gente vai ficando por aqui, pessoal. Mas antes de ir nessa eu volto a lembrar: participe do nosso programa, mandando suas sugestões, dicas, comentários… e participando dos nossos quadros. Quer saber a história de algum ator, escritora ou diretor? Manda a sugestão pra gente. Você também pode indicar livros, filmes e séries pro nosso quadro “Indica Aí”. Também dá pra indicar filmes com trilhas sonoras legais, tirar sua dúvida sobre um termo que você não faz ideia do que signifique (ou faz e queira compartilhar o conhecimento com os ouvintes), e muito mais.

A gente volta sexta-feira que vem. Até lá

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